"Quer você acredite que pode ou que não pode, geralmente você está certo".
(Henry Ford)
____________________ TEA (Transtorno Espectro Autista)
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quinta-feira, 20 de junho de 2019
quarta-feira, 18 de julho de 2018
Conversa com Bial debate autismo
O Conversa com Bial promoveu debate sobre autismo com convidados que, de alguma forma, estão ligados ao tema. Participaram de papo a arte-educadora e autista Amanda Paschoal, a psiquiatra infantil Rachel del Monde e o jornalista Luiz Fernando Vianna. (03/05/2018)
PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3
PARTE 4
PARTE 5
PARTE 6
PARTE 7
PARTE 8
PARTE 9
PARTE 10
PARTE 11 (Última)
domingo, 27 de agosto de 2017
'Atypical': série da Netflix retrata o autismo com delicadeza e humor

Françoise Dolto, uma pioneira da psicanálise infantil na França, escreveu muito sobre a chegada do adolescente à vida adulta. Para ela, a sociedade americana é pródiga em promover essa emancipação, incentivando desde cedo a independência dos filhos. Quem tiver lido Dolto certamente se lembrará dela ao assistir a “Atypical”, série recém-lançada pela Netflix e estrelada por um personagem que está dentro do espectro autista.
Nesta comédia — com drama em doses muito bem temperadas —, acompanhamos Sam Garner (Kier Gilchrist). Só esse diagnóstico (“dentro do espectro”), em si carregado de inexatidão, já propõe um desafio ao público. Por isso, a cada episódio (são oito, de meia hora), vamos descobrindo algo sobre o protagonista. Ele adora pinguins e a Antártida; ingênuo e literal, tem dificuldade em calibrar as palavras; é ótimo aluno; gosta de ser tocado, mas só com força; trabalha com vendas numa loja de equipamentos eletrônicos; adora regras, não curte barulho; odeia encostar no banco do ônibus: sente aflição. É encantador.
Acima de tudo isso, aos 18 anos, Sam está mobilizado com a ideia de arrumar uma namorada. Como não tem filtros ao descrever os desejos íntimos, sua sinceridade produz situações divertidas e também amargas. A tal garota aparece, mas nada é tão simples como ele imaginava. “Atypical” retrata a circunstância familiar do menino e todas as figuras têm uma trama própria importante. A irmã caçula, Casey (Brigette Lundy-Paine), cuida dele; a mãe, Elsa (Jannifer Jason), o superprotege, e o pai, Doug (Michael Rapaport), é doce e amoroso, mas muitas vezes não sabe como se comportar diante das necessidades do filho. No geral, Sam está cercado de pessoas que o amam. Por trás disso tudo, há ainda toda uma maré favorável na maneira como seu ambiente pensa a transição da dependência da família para uma vida de autonomia. É como bem escreveu Dolto. Tudo conspira para que o garoto venha a ter as rédeas da própria vida. Isso faz pensar. “Atypical” é muito comovente e merece toda a sua atenção.
FONTE: O GLOBO
sábado, 29 de abril de 2017
Vila Sésamo apresenta Julia, nova personagem com autismo
"Queremos promover uma melhor compreensão e reduzir o estigma que envolve estas crianças", afirmou Jeanette Betancourt, vice-presidente da Sesame.

Com o objetivo de voltar a atenção da população para o tema e desconstruir estereótipos, a série infantil Vila Sésamo anunciou uma grande novidade: a inserção de uma personagem com autismo. A partir do dia 10 de abril, os pequenos que moram nos Estados Unidos vão conhecer Julia: uma muppet de 4 anos ruiva, de olhos verdes, que gosta de cantar e pintar e tem o costume de repetir as frases ditas pelos amigos. No começo, alguns deles ficam chateados por ela nem sempre interagir da maneira como eles estão acostumados, mas com o tempo, os colegas percebem que a garotinha tem um jeito diferente de se expressar.
A criação da personagem demorou um tempo para ser desenvolvida e, nesse período, pais de pequenos autistas foram ouvidos, assim como médicos e associações que lutam pela causa. “Queremos promover uma melhor compreensão e reduzir o estigma que envolve estas crianças. Nós fizemos um molde de um jeito que tanto crianças quanto adultos possam ver o autismo a partir da perspectiva de uma base de força – encontrar coisas em comum entre todas as crianças”, declarou Jeanette Betancourt, que é vice-presidente da companhia Sesame Workshop.
A escolha de uma personagem feminina na série também é um ponto que merece destaque, já que os meninos são mais propensos a desenvolver o autismo. Em 2016, uma pesquisa britânica estudou essa relação e sugeriu que os sinais do transtorno são diferentes nas garotas, que podem apresentar mais facilidade nas relações sociais do que os garotos. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), uma em cada 68 crianças recebem o diagnóstico do distúrbio nos Estados Unidos.
Vale lembrar que o autismo é um transtorno que costuma apresentar os primeiros sinais até os três anos de idade e pode afetar o desenvolvimento da criança em alguns aspectos – como a presença de comportamentos repetitivos e a dificuldade de interagir socialmente e de se comunicar. E o que a personagem Julia, de Vila Sésamo, busca é quebrar a barreira do preconceito e trazer mais inclusão no mundo infantil, para que os baixinhos aprendam desce cedo a respeitar as diferenças.
FONTE: bebe.abril.com.br
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
O CONTADOR - Filme 2016 - Christian Wolff é um portador da Síndrome de Savant com mais afinidade por números do que por pessoas.

Data de lançamento 20 de outubro de 2016 (2h 10min)
Direção: Gavin O'Connor
Nacionalidade Eua
SINOPSE E DETALHES
Desde criança, Christian Wolff (Ben Affleck) sofre com ruídos altos e problemas de sensibilidade, devido ao autismo. Apesar da oferta de ir para uma clínica voltada para crianças especiais, seu pai insiste que ele permaneça morando em casa, de forma a se habituar com o mundo que o rodeia. Ao crescer, Christian se torna um contador extremamente dedicado, graças à facilidade que tem com números, mas antissocial. A partir de um escritório de contabilidade, instalado em uma pequena cidade, ele passa a trabalhar para algumas das mais perigosas organizações criminosas do mundo. Ao ser contratado para vistoriar os livros contábeis da Living Robotics, criada e gerenciada por Lamar Blackburn (John Lithgow), Wolff logo descobre uma fraude de dezenas de milhões de dólares, o que coloca em risco sua vida e da colega de trabalho Dana Cummings (Anna Kendrick).
sábado, 7 de março de 2015
Aviões "vestem" campanha em prol da difusão de informações sobre autismo
Passaredo Linhas Aéreas terá aviões plotados com a campanha do projeto TEABraço que promove em Ribeirão Preto/SP de 17 a 22 de março a 1a Semana Internacional do Transtorno Espectro Autista
Uma causa que precisa da atenção de profissionais ligados à saúde e à educação e da sociedade em geral. O Transtorno do Espectro Autista - TEA - ganhará um importante debate em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, de 17 a 22 de março com a participação de grandes autoridades do assunto no país e no exterior, além de ações para contribuir para a percepção do tema pela população com a difusão de informações sobre o autismo. Uma das ações envolve a Passaredo Linhas Aéreas que está apoiando a primeira edição do TEAbraço - Semana Internacional do Transtorno Espectro Autista.
A empresa colocou "no ar" aeronaves plotadas com a comunicação da campanha, levando para os céus e evidenciando o TEAbraço em 20 cidades brasileiras onde tem operação. Além disso, a Passaredo também está distribuindo folhetos explicativos sobre o assunto o evento e veiculando nos voos um spot gravado pelo cantor Juliano Cézar.
"Este é um apoio que reflete o compromisso da Passaredo em atuar intensamente em causas de conscientização e diagnóstico ligados à saúde. A companhia possibilita quecolaboradores e passageiros recebam informações que podem mudar a situação e o posicionamento do país com relação ao tema", diz o presidente da empresa, Comandante Felício.
O TEAbraço acontece de 17 a 22 de março, no Shopping Iguatemi de Ribeirão Preto e contará com uma extensa programação, que vai desde, palestras com profissionais especializados no assuntos, exposições, mostra de filmes, soluções tecnológicas até um Workshop internacional que contará com convidados experientes e capacitados nos Estados Unidos.
FONTE: segs.com.br
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Câmera em elevador flagra mulher agredindo criança autista
Polícia Civil investiga agressões com chutes e tapas.
Exame aponta lesão leve no peito e no rosto de menino.
Uma mulher foi indiciada pela Polícia Civil de São Paulo por agredir um menino dentro do elevador do prédio onde moram, na região da Vila Maria, como informou o SPTV. O menino tem autismo, um transtorno que afeta a capacidade de comunicação e socialização.
Sem motivo aparente, a vizinha se desentendeu com a criança de 9 anos, e passou a agredi-la. Primeiro com tapas e depois com chutes. A agressão foi gravada pela câmera de segurança do elevador na quinta-feira (6), por volta das 14h30.
Sem motivo aparente, a vizinha se desentendeu com a criança de 9 anos, e passou a agredi-la. Primeiro com tapas e depois com chutes. A agressão foi gravada pela câmera de segurança do elevador na quinta-feira (6), por volta das 14h30.
A mãe da criança denunciou o caso à polícia, que abriu inquérito no 90º Distrito Policial e indiciou a agressora por lesão corporal. Em depoimento, a agressora disse que o menino arremessou uma mochila em direção à filha dela.
O menino ficou com hematomas. O resultado do exame de corpo de delito, divulgado na noite desta quinta-feira (13), aponta lesão leve no peito e no rosto.
O menino ficou com hematomas. O resultado do exame de corpo de delito, divulgado na noite desta quinta-feira (13), aponta lesão leve no peito e no rosto.
Câmera em elevador flagra mulher agredindo criança autista em São Paulo (Foto: Reprodução TV Globo)FONTE: G1 - O vídeo do flagrante está no link.
sábado, 1 de novembro de 2014
Robô inteligente auxilia no tratamento do autismo e no cuidado de idosos
'Nao' é equipado com câmeras nos olhos e responde à comandos de voz.
Máquina foi apresentada durante a JCRIS 2014 na USP em São Carlos.
Um robô desenvolvido por uma empresa francesa está ajudando no tratamento do autismo e no cuidado de idosos. O projeto foi uma das inovações apresentadas na Joint Conference on Robotics and Intelligent Systems (JCRIS) 2014 que terminou nesta quarta-feira (22), na Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos. Criado com o intuito de contribuir para o bem estar dos seres humanos, o robô Nao - palavra que significa cérebro em chinês - foi lançado em 2007 e pode ser programado para desempenhar diversas funções como ferramenta educativa e interativa para crianças e adultos.
Desenvolvido pela empresa francesa Aldebaran Robotics, Nao tem 57 centímetros de altura e é equipado com câmeras no lugar dos olhos, microfones para responder aos comandos de voz, autofalantes e sensores variados. Além disso, ele possui dois processadores e acesso à rede de internet sem fio. O robô é capaz de ler e-mails e respondê-los por meio de uma conversa com o usuário, por exemplo. Hoje, já existem no mundo mais de 450 instituições que utilizam o Nao, entre elas a USP São Carlos e a Harvard University.

Matheus Mainardi, da Somai Tecnologia e Educação, empresa que representa a Aldebaran no Brasil, explica que a aplicação do robô para auxiliar em casos de autismo teve início de forma espontânea. “Ele foi apresentado em um evento e uma criança autista começou a brincar com ele. Como é um sistema que não possui emoções, a interação fez com que as pessoas que possuem essa disfunção se sentissem mais à vontade para brincar com ele. Assim, depois de alguns estudos, foi constatado que o Nao podia funcionar como um canal direto de comunicação entre um autista e outras pessoas”, declarou. Pensando nisso, a empresa francesa lançou em 2013 o Autism Solution for Kids (ASK) para o Nao, dedicado às necessidades especiais para o ensino dessas pessoas.
Mainardi explicou que o fato de permitir programação específica para realizar funções diferentes faz o robô ter possibilidades infinitas de aplicação. “Estamos apenas no começo. Ele é capaz de mostrar na prática algumas coisas que aprendemos apenas em teoria. Campos como a robótica, a matemática, a ciência da computação e a engenharia são muito melhor trabalhados por meio desse equipamento. Mesmo se contarmos apenas com as funções já conhecidas do Nao, as aplicações são infinitas. Imagine então quando mais pessoas passarem a programar seus próprios códigos e fazer suas próprias demandas ao robô”, pontuou.
Mainardi explicou que o fato de permitir programação específica para realizar funções diferentes faz o robô ter possibilidades infinitas de aplicação. “Estamos apenas no começo. Ele é capaz de mostrar na prática algumas coisas que aprendemos apenas em teoria. Campos como a robótica, a matemática, a ciência da computação e a engenharia são muito melhor trabalhados por meio desse equipamento. Mesmo se contarmos apenas com as funções já conhecidas do Nao, as aplicações são infinitas. Imagine então quando mais pessoas passarem a programar seus próprios códigos e fazer suas próprias demandas ao robô”, pontuou.
Próxima etapa
A Aldebaran já prepara outra versão do Nao, o “irmão mais velho” dele, Romeo. A nova versão está em desenvolvimento desde 2009, mas já foi apresentada. Dessa vez, o alvo foi a população idosa, que poderá contar com a ajuda do robô. Ele tem 1,40 metro e pode ajudar pessoas que perderam sua autonomia auxiliando em atividades como abrir portas, subir escadas e até buscar objetos.
Aplicações e uso
No caso da RoboCup de futebol, que aconteceu durante a JCRIS, um time de Naos foi programado para desempenhar funções em campo como goleiro, zagueiro ou atacante. Assim como nos jogos entre humanos, os robôs eram vítimas de faltas e empurrões, sendo jogados no chão pelos outros em alguns momentos. Mesmo assim, sem nenhum tipo de intervenção humana, o robô se levanta sozinho com o apoio das mãos e volta à partida como se nada tivesse acontecido.
A Aldebaran já prepara outra versão do Nao, o “irmão mais velho” dele, Romeo. A nova versão está em desenvolvimento desde 2009, mas já foi apresentada. Dessa vez, o alvo foi a população idosa, que poderá contar com a ajuda do robô. Ele tem 1,40 metro e pode ajudar pessoas que perderam sua autonomia auxiliando em atividades como abrir portas, subir escadas e até buscar objetos.
Aplicações e uso
No caso da RoboCup de futebol, que aconteceu durante a JCRIS, um time de Naos foi programado para desempenhar funções em campo como goleiro, zagueiro ou atacante. Assim como nos jogos entre humanos, os robôs eram vítimas de faltas e empurrões, sendo jogados no chão pelos outros em alguns momentos. Mesmo assim, sem nenhum tipo de intervenção humana, o robô se levanta sozinho com o apoio das mãos e volta à partida como se nada tivesse acontecido.
Robô é capaz de dançar, conversar e até ensinarmatemática (Foto: Orlando Duarte Neto/G1)
Em 2012, o G1 mostrou um sistema desenvolvido pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP em São Carlos, que fazia com que Nao reproduzisse gestos realizados por humanos. A pesquisa tinha como objetivo auxiliar pacientes em fisioterapia, além de promover a interação com crianças do ensino fundamental.
O humanóide, termo atribuído aos robôs que se assemelham a humanos, pode ser adquirido apenas por empresas ligadas ao ramo da educação ou, em alguns casos, de tratamento de determinadas condições como o autismo. As instituições interessadas em adquirir o Nao devem enviar uma inscrição ao Somai, que vai avaliar e aprovar o pedido caso se encaixe nas categorias requisitadas.
No entanto, Mainardi explica que logo o sistema deve estar aberto ao público. “Ele ainda pode ser considerado um protótipo, mesmo com tantas funções, já que ainda existem muitas outras a serem descobertas. Ele ainda está sendo testado, de certa forma. Quando for julgado que está pronto para atender ao público da melhor forma possível, com certeza deve ser comercializado abertamente”, afirmou.
FONTE: G1
FONTE: G1
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Menina de 5 anos com autismo pinta obras primas impressionantes
O autismo é um distúrbio neurológico que pode prejudicar a capacidade do indivíduo de se envolver em diversas interações sociais. A ciência ainda não compreende totalmente a condição, o que a torna um desafio ainda maior.
No entanto, nem tudo sobre essa doença são más notícias. Exemplo disso é Iris Grace, uma garotinha de 5 anos de idade do Reino Unido cujo autismo lhe rendeu um dom inesperado – seu foco excepcional e atenção aos detalhes a ajudam a criar pinturas incrivelmente belas que muitos de seus fãs (e compradores) têm comparado a obras de Monet.
Iris está lentamente aprendendo a falar, enquanto a maioria das crianças já fala pelo menos algumas palavras com 2 anos de idade. Junto com a terapia da fala, seus pais gradualmente a introduziram à pintura, momento no qual descobriram seu talento incrível.
“Estávamos incentivando a Iris a pintar para ajudar com a terapia da fala”, conta sua mãe, Arabella Carter-Johnson. “Então percebemos que ela é muito talentosa e tem uma capacidade de concentração incrível, de cerca de 2 horas, cada vez que ela pinta. Seu autismo criou um estilo de pintura que eu nunca vi em uma criança de sua idade. Ela tem uma boa compreensão das cores e de como elas interagem umas com as outras”.


Confira outros trabalhos em: hypescience
sábado, 6 de setembro de 2014
Denunciante Confessa que o CDC Falsificou Dados Para Ofuscar a Ligação entre as Vacinas e o Autismo
Deixarei o link de onde, inicialmente, li essa notícia.
Site: Noticias Naturais
E considerações que também postei no meu perfil do Facebook.
É fogo, mas toda vez que misturam algo tão sério e relevante com teoria da conspiração (Nova Ordem Mundial) o mundo fica no prejuízo. Somos vistos como pais lunáticos!
Procurei em outros sites e vi uma coisinha aqui e outra ali a respeito dessa notícia. Onde há fumaça, há fogo. Mas gostaria de assistir a entrevista para poder torcer pela integridade do denunciante.
Nós, pais de autistas, lutamos para que isso seja veiculado de forma a atingir as crianças que ainda não foram vacinadas e não só pela tríplice viral – MMR e sim por várias outras que contém mercúrio em sua composição.
A trilhardária industria farmacêutica pode dizer o que quiser no sentido de abafar essa informação (Já fazem isso há muito tempo), não acreditamos neles. Sabemos o que o mercúrio fez com nossas crianças e ainda vai fazer com tantas outras... Dois médicos americanos chegaram a ser presos por essa afirmação.
Ai você vai me perguntar: Não devo vacinar meu filho???
Respondo: Claro que sim! Em clínica particular onde as vacinas são importadas e que seu conservante não contenha timerosal.
(Embora eu tenha contraído todas as doencinhas infantis e esteja muito bem, obrigada! rsrs)
A quantidade de carimbos no calendário vacinal vem crescendo assustadoramente e é proporcional ao número de autistas que estão sendo produzidos.
Muito se fala e pouco se explica. Então, vamos lá...
A vacina em si não faz mal algum, o problema é o conservante.
A MMR e outras, além de alguns medicamentos, contém timerosal (a base de mercúrio) nesse papel.
“Bom, então todos deveriam ser autistas?” … Não! Todos não. Esse conservante BARATO vai atingir crianças que nascem com disfunção mitocondrial (1 a cada 50, hoje!) e adultos com disfunção hematoencefálica. Daí, AUTISMO INDUZIDO POR MERCÚRIO e nos adultos - não me aprofundei mas tenho algum material aqui – Mal de Alzheimer.
Ok! O que seria isso?? Essas crianças nascem com pré disposição genética para reter metal pesado, ao invés de excretar. Ou seja, quanto mais vacinas contendo mercúrio forem administradas, maior a regressão e a quantidade de metal acumulado no organismo.
Após o término do ciclo de vacinação infantil, essas crianças terão no organismo, uma quantidade superior a 72 vezes o limite máximo tolerável por um adulto.
Lembra do Merthiolate? Ficou fora do mercado por um tempo. Estavam mudando sua composição devido a alta toxicidade do timerosal. Saiu o veneno e entrou digluconato de clorexidina. Parabéns para Lilly que nos mostrou que se importa.
Que a verdade venha à tona e que todos possam sabê-la!
Vânia Pôrto
sábado, 16 de agosto de 2014
O que vou lembrar de Eduardo Campos...
Por Rosane de Oliveira
... Do ponto de vista pessoal, tenho como inesquecível uma conversa com Campos quando sua mulher, Renata, estava grávida do quinto filho.
Miguel nasceria dois meses depois, com Síndrome de Down. O ex-governador tornou público o problema do filho e disse uma frase que escreveu no Facebook no dia 29 de janeiro, logo depois do nascimento do filho:
“Obrigado a todos que nos mandaram tantas lindas mensagens pela chegada do nosso Miguel. Hoje, os médicos confirmaram o que já estava pré-diagnosticado há algum tempo. Miguel, entre outras características que o fazem muito especial, chegou com a Síndrome de Down. Seja bem-vindo, querido Miguel. Como disse seu irmão, você chegou na família certa! Agora, todos nós vamos crescer com muito amor, sempre ao seu lado. Eduardo, Renata, João, Maria Eduarda, Pedro e José.” ...
sábado, 26 de julho de 2014
Alysson Muotri - Entrevistado em - 30/05/2014
Em entrevista à Angelica Hodge, Alysson Muotri fala sobre o avanço em suas pesquisas, suas expectativas e desmistifica alguns dogmas. É bom que se preste atenção.
Como se trata de um programa de TV e internet, (Revista BHNews) alguns outros assuntos são abordados. Recomendo a visualização a partir do 3º minuto do vídeo.
domingo, 18 de maio de 2014
Estudo sugere que autismo pode desaparecer.
Algumas crianças com diagnóstico de autismo deixaram de ter os sintomas que caracterizam a doença. As conclusões de um estudo americano põem em causa a ideia de que se trata de uma condição incurável e para toda a vida, mas os especialistas reagem com cautela.

foto JOANA BOURGARD/ARQUIVO JN
O estudo do Instituto Nacional de Saúde dos EUA, publicado no "Journal of Child Psychology and Psychiatry", sugere que o autismo pode desaparecer nalgumas crianças, mas não é conclusivo. São necessárias mais pesquisas para explicar estes resultados.
Deborah Fein, investigadora da Universidade de Connecticut, citada pela BBC, explica que estudou 34 crianças a quem foi diagnosticada a perturbação de autismo nos primeiros anos de vida, bem como outras 34 sem qualquer problema da mesma turma.
Os resultados da avaliação cognitiva e comportamental foram idênticos em todos os alunos. Ou seja, não foram detetados quaisquer problemas de linguagem, reconhecimento facial, comunicação ou interação - sintomas característicos do autismo.
Foram também avaliadas outras 44 crianças da mesma idade, sexo e com quoficiente de inteligência não verbal idênticos e que tinham sido sinalizadas com autismo de elevado funcionamento (também designado de síndrome de Asperger), uma perturbação que se integra no espectro do autismo, mas sem afetação de inteligência e com sintomatologia menos grave. Da comparação das crianças que revelaram já não ter sintomatologia autística com os de elevado funcionamento ficou claro que os défices sociais dos primeiros eram mais ligeiros, ainda que acompanhados de problemas graves de comunicação e comportamentos repetitivos.
Os investigadores analisaram os processos clínicos para determinar se os diagnósticos teriam sido bem estabelecidos e não foram encontrados motivos para colocar em causa a sua exatidão.
O diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, Thomas Insel, considera que, embora o diagnóstico de autismo geralmente não mude com a idade, este estudo sugere que há um leque variado de possíveis resultados e que é preciso aprofundar o impacto da terapia e de outros fatores no desenvolvimento a longo prazo da doença.
O reduzido número de crianças estudadas é uma das críticas apontadas à controversa investigação. "É preciso não tirar conclusões apressadas acerca da natureza e complexidade do autismo", adverte a diretora da Sociedade Nacional do Autismo do Reino Unido. E acrescenta que "com terapia e apoio intensivos, é possível que um pequeno grupo de indivíduos com autismo altamente funcional aprendam estratégias que podem mascarar a condição e alterar os resultados dos testes". Realça, porém, que até os autores da investigação reconhecem que o autismo é condição que não se perde ao longo da vida e que é fundamental não deixar de apoiar os portadores e suas famílias.
A Associação Americana de Psiquiatria está atualmente a rever o Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais, a "bíblia" que médicos e psicólogos usam para classificar as doenças de foro psicológico. A nova versão deverá optar pela designação de "perturbação do espectro do autismo" para as diversas formas de autismo.
O autismo é uma perturbação do desenvolvimento que se manifesta por dificuldades sociais e de comunicação e padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades.
FONTE: Jornal das Notícias
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Até a volta!
sábado, 5 de abril de 2014
É preciso fazer cumprir a lei de proteção ao autista, afirma Wellington Dias
No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, o senador Wellington Dias afirmou que apesar de o Brasil ter uma Política Nacional de Proteção aos Direitos da Pessoa Autista ainda é preciso trabalhar para fazer cumprir a lei. O senador, que tem uma filha autista, participou de audiência pública sobre o tema na Comissão de Direitos Humanos.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Dia Mundial de Conscientização do Autismo
2 de Abril, dia Mundial de Conscientização do Autismo, criado em 18/12/07 pela ONU.
E na prática?? Vestir azul é bacana, mas...? Gosto de atitude.
Aplicação de conduta na Educação Inclusiva com Roberto Andersen (Psicanalista, educador e pesquisador neuropsicocognitivo, criador de metodologias educacionais)
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Associação Brasileira de Psiquiatria- ABP
AUTISMO, PRECISAMOS ESCLARECER!
Publicado em 23 de janeiro de 2014
Nós, da Associação Brasileira de Psiquiatria- ABP, nos sentimentos na obrigação de informar a população sobre questões que envolvam a saúde mental. E dessa vez, o autismo tem gerado dúvidas que precisam ser esclarecidas. A personagem Linda, da novela Amor à Vida é descrita como autista, mas não apresenta comportamento compatível ao encontrado em pacientes autistas.
O conceito de autismo é muito amplo. Mas existem padrões de comportamento que são fáceis de identificar, como: repetição, dificuldade de comunicação/relação social e comprometimento das funções cognitivas. A personagem Linda até apresentou esses sintomas, mas ao longo da novela ela mostrou uma evolução muito rápida e inverossímil para uma paciente que começou o tratamento já na idade adulta e com apenas um psicólogo. Vale ressaltar que o paciente autista precisa de atenção multidisciplinar. É preciso a avaliação de psiquiatra, psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, e dependendo das limitações do paciente outros profissionais serão necessários. Os resultados podem ser lentos e os pais e responsáveis de autistas precisam saber disso.
Por se tratar de uma obra ficcional a novela não tem o comprometimento com a realidade, logo, cabe a nós a tarefa de orientar.
A ABP disponibiliza no Canal da Psiquiatria uma entrevista feita com o psiquiatra Francisco Baptista Assunção, que fala sobre o autismo. Indique aos seus pacientes, compartilhe as informações corretas e assista ao vídeo.
Canal da Psiquiatria
Fonte: http://www.abp.org.br/portal/archive/16886
O conceito de autismo é muito amplo. Mas existem padrões de comportamento que são fáceis de identificar, como: repetição, dificuldade de comunicação/relação social e comprometimento das funções cognitivas. A personagem Linda até apresentou esses sintomas, mas ao longo da novela ela mostrou uma evolução muito rápida e inverossímil para uma paciente que começou o tratamento já na idade adulta e com apenas um psicólogo. Vale ressaltar que o paciente autista precisa de atenção multidisciplinar. É preciso a avaliação de psiquiatra, psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, e dependendo das limitações do paciente outros profissionais serão necessários. Os resultados podem ser lentos e os pais e responsáveis de autistas precisam saber disso.
Por se tratar de uma obra ficcional a novela não tem o comprometimento com a realidade, logo, cabe a nós a tarefa de orientar.
A ABP disponibiliza no Canal da Psiquiatria uma entrevista feita com o psiquiatra Francisco Baptista Assunção, que fala sobre o autismo. Indique aos seus pacientes, compartilhe as informações corretas e assista ao vídeo.
Canal da Psiquiatria
Fonte: http://www.abp.org.br/portal/archive/16886

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Minha publicação no Facebook.
Não vejo novelas, mas essa me propus a acompanhar por saber que haveria uma personagem autista. (Não sei se todos sabem, mas tenho uma filha TEA - Transtorno Espectro Autista) já estudei muito e continuo estudando...
Linda foi somente uma personagem de obra de ficção, muito aquém a realidade, infelizmente... Exatamente o que é esperado de uma fábula e sendo assim, não há compromisso com a veracidade. Até acredito que o autor tenha tentado mostrar que o amor (E isso sim, é verdadeiro) é garantia de melhora, no mais, uma proposta poética e só.
Linda foi somente uma personagem de obra de ficção, muito aquém a realidade, infelizmente... Exatamente o que é esperado de uma fábula e sendo assim, não há compromisso com a veracidade. Até acredito que o autor tenha tentado mostrar que o amor (E isso sim, é verdadeiro) é garantia de melhora, no mais, uma proposta poética e só.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Meu repúdio ao programa exibido pela TV Globo (4) ... Fim!
Fantástico - Autismo Universo Particular (Dr. Drauzio Varella) parte IV
Quarta e última carta enviada por mim a redação da TV Globo...
26/08/2013
Bom dia,
Embora continue sem resposta aos e-mails anteriores, sou mãe de uma menina com autismo e isso, por si só, já me torna persistente. (Médicos me disseram que eu nunca ia andar. Mas minha mãe me disse que eu iria. Então, eu ouvi a minha mãe – Wilma Rudolph – “mulher mais rápida do mundo” e medalhista de ouro nas olimpíadas de 1960)
Dr Drauzio, o senhor disse: "...Vai dos que nem aprendem a falar, até aqueles com habilidades incríveis." … Passei a série inteira tentando entender o que faz com que o senhor pense desta forma. Qual seria o motivo dessa IMPOSIÇÃO – o autista inteligente sendo medido pela capacidade da linguagem verbal.
Qual a relação linguagem verbal/inteligência a que tanto menciona???
O programa começa de fato e o senhor diz que a série será sobre INCLUSÃO.
Um tanto depois, lhe ouço dizer: "Crianças com autismo são alvo fácil para a maldade típica da infância."
Pergunto: O senhor também é contrário a "inclusão radical", ou seja, clama por menos inclusão??? Quem não merece a inclusão?? Como incluir, excluindo??
Isso, no meu entender é PRECONCEITO VELADO.
Esse bullying ao qual o sr se refere, também acomete as crianças neuro típicas, sabia??
SIM, minha filha passou por isso em uma escola regular. Mas não desisti dela (escola regular), somente troquei. Hoje ela conta com uma mediadora, da minha inteira confiança e paga por mim. (Isso sim, faz a diferença!) Simples não? Não, pois é, agora entra a parte financeira. Nem todas as crianças contam com as mesmas condições.
E AS APAES, VÃO FECHAR?
O Ministério da Educação, através da Secretaria de Educação Especial, baixou uma nota técnica em 08/09/2010, no sentido de ASSEGURAR a educação regular, pública e privada do país, as condições necessárias para pleno acesso, participação e aprendizagem dos estudantes com deficiência e transtornos globais de desenvolvimento, em todas as atividades desenvolvidas no contexto escolar.
Saliento também, que o governador do estado do RJ, sancionou lei nº 5491 em 11/07/2013, assegurando os mesmos benefícios, anteriormente fixado pelo Ministério da Educação.
Essa seria a resposta para a minha pergunta?
OUTRA: Serei interpelada por algum pai/mãe de amiguinho da minha filha??... tsc, tsc ("Lucros" da série...)
Na sua abordagem ("capenga"), seria de muita valia dizer:
1º – Desde 2007, o Dr. Rimland de Bernard, Ph.D.(Autism Research Institute)
4182 Adams Avenue - San Diego, CA 92116
INDICA o uso da PIRIDOXINA (VITAMINA B6) Extremamente necessária para metabolização de proteínas e ácidos graxos essenciais. Além disso, ela trabalha na produção de anticorpos pelo sistema imunológico, na formação de células vermelhas saudáveis, na ativação de enzimas, na regulação de sódio e potássio, na absorção de vitamina B12, na manutenção e funcionamento saudável do sistema nervoso e do cérebro. E o MAGNÉSIO muito importante para crianças com Autismo e outras desordens do desenvolvimento, pelas seguintes razões:
O magnésio contrasta o alto efeito da vitamina B6
O magnésio ajuda contra a hiperatividade
De acordo com as pesquisas realizadas pelo Dr.Rimland, deficiências de B6 foram encontradas nas crianças com Autismo. Esses estudos demonstraram ser esse suplemento capaz de ajudar as crianças em diversas áreas, incluindo LINGUAGEM, CONTATO OCULAR e COMPORTAMENTO.
Apesar dos resultados notavelmente consistentes na pesquisa do uso da vitamina B6 no tratamento do autismo, e apesar de ser imensamente mais segura do que qualquer outra droga usada para crianças autistas, há no presente muito poucos médicos que o usam ou que advogam o seu uso no tratamento do autismo.
Além da manipulação, e observando a quantidade de crianças sem diagnóstico e por consequência sem medicação, onde também podemos encontramos a vitamina B6?
Em porção de 100 g, doutor:
Farinha de arroz (3,5 mg/269%), cereal matinal (2,3 mg/177%), achocolatado (1,5mg/115%), paçoca (1,2 mg/92%), farinha láctea (1,1 mg/85%) e em tantos outros alimentos com maior ou menor concentração.
2º – O uso da palavra NÃO.
O terapeuta Eric Hamblen, que trabalhou com Ivar Lovaas, precursor da Análise do Comportamento Aplicada ao Autismo (ABA), esteve no Brasil e falou para um grupo de pais em São Paulo, sobre o papel desses pais na formação da autoestima da criança autista. E disse: “Nossas crianças não se comportam de forma adequada (ou esperada) muitas, MUITAS vezes ao dia. Por consequência, ouvem milhares de “nãos” a mais que as crianças neuro típicas.”
Como empregar? Ao invés, de dizer “Não faça isso”, que tal “Vamos fazer outra coisa? Ou ainda “Não pule do sofá”, que tal “Vamos pular corda?”, enfim, substituir o “NÃO” POSITIVAMENTE.
A princípio parece complicado, mas com o tempo e com os ganhos surpreendentes, esquecemos a palavra NÃO.
3º – O Dr. Rimland de Bernard (O Autism Research Institute), instituiu a dieta SGSC (Sem glúten e sem Caseína).
A princípio, se faz a retirada do leite de vaca por leite de soja ou suco fortificado com cálcio. Um mês depois, inicia-se a retirada do glúten. Segundo o instituto, todo indivíduo autista, deve testar a dieta por pelo menos 3 meses. Período em que se prova a eficácia.
Note doutor, não vou entrar no assunto: Quelação. Era pedir demais, não é mesmo? Se nem o básico, o senhor conseguiu explicar... Imagino que muitas pessoas poderiam ter se beneficiado...
Existem coisas que aprendemos na marra. Com essa série, aprendi que não devo procurar um nefrologista se tenho um problema cardíaco.
"... Só não lavei as mãos, e é por isso que me sinto, cada vez mais limpo, cada vez mais limpo, cada vez mais limpo..." (Ivan Lins)
Vânia Pôrto
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Meu repúdio ao programa exibido pela TV Globo (3)
Fantástico - Autismo Universo Particular (Dr. Drauzio Varella) parte III
Terceira carta enviada por mim a redação da TV Globo...
20/08/2013
Bom dia,
Me peguei, diante do computador, sem saber se deveria ou não, enviar outro e-mail para vocês. Fato que não tenho tido resposta mas se esse fosse o problema, estaríamos no lucro. Não vejo a hora de assistir o final dessa "novela" trash e sensacionalista.
O "empurrão" foi ler há pouco, como de costume, recentes literaturas médicas e reparar na coluna lateral com: "Mitos sobre autismo" , veja dr. Drauzio, já traduzido, o que é dito: "A pessoa com autismo sente amor, felicidade, tristeza e dor, assim como todos os outros. Só porque alguns deles podem não expressar seus sentimentos da mesma forma que os outros fazem, não significa em absoluto que eles não têm sentimentos. É fundamental que o mito - As pessoas autistas não têm sentimentos – seja destruída. O mito é um resultado da ignorância, e não uma conspiração. Portanto, é importante que você ensine as pessoas que carregam esse mito de uma forma útil e informativa.
Nem todas as pessoas com autismo têm um dom incrível, síndrome de savant, para números ou música. No entanto, uma proporção considerável de pessoas com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo) tem QI alto e um talento único para ciência da computação. A empresa alemã de software SAP AG tornou-se consciente deste fato e anunciou em maio de 2013, que planeja empregar centenas de pessoas com autismo como testadores de software, programadores e especialistas em controle de qualidade de dados."
Como vê, não sou eu quem diz.
Dr. Salomão, senti nesse episódio, um certo desconforto de sua parte, estaria enganada em afirmar que não mais compactua com a forma como isso tudo vem sendo abordado? São essas chaves de comportamento que o senhor menciona, (Autocracia do Kevin, por exemplo) que podem sim, ajudar os leigos no processo de melhora dos seus filhos, assim como, saber distinguir, o que faz parte da patologia e o que é, pura e simplesmente, algo relacionado com a própria idade.
Imagino que deva ser muito cruel, diagnosticar e saber que pela ineficiência do estado, muitas crianças ficaram sem atendimento adequado. A sensação de impotência deve ser muito parecida com o que eu mesma sinto, ao ver a possibilidade de ganhos reais com um programa de relativa audiência, se perder em colocações tão primárias, como as do dr Drauzio.
Marta Casaburi, por certo, eu teria corrigido o dr Drauzio, quando pede pra que você dê um exemplo de comportamento inadequado. Certamente eu diria, comportamento EQUIVOCADO. INADEQUADO foi o nítido constrangimento que ele te fez passar.
Dr Drauzio, vale lhe deixar claro, que NEM todas as crianças autistas são agressivas, ok? E outra, quem são os especialistas que argumentam que não há comprovação científica de que a dieta SGSC (Sem glúten e sem caseína) não tem influência nos quadros de autismo?? Sabe o que acontece? NENHUM dos senhores VIVE de perto a patologia, isso tudo não os atinge e portanto, não há conhecimento de causa. O senhor "joga" certas informações e não se dá ao mínimo trabalho de conferir nada. Pois bem, essa dieta tem melhoras significativas em coordenação, problemas digestivos e estomacais, ansiedade entre outros. Assim também como o aspartame, o glutamato monossódico e os corantes devem ser evitados.
Bom, se nem isso o senhor foi capaz de informar, devo supor que mencionar o aspartato de magnésio e a B6, assim como o thimerosal, está totalmente fora de questão, certo? Continua prestando um DESSERVIÇO para a população, que na sua grande maioria, não tem acesso a absolutamente nenhuma informação.
Suponho doutor, que quando a estatística vier a apontar, 1 para 1, não haja muito mais o que fazer.
Vânia Pôrto
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