Recebi de um leitor do blog, uma dica desse guia de segurança online para pessoas com distúrbios de espectro do autismo e de fato é, principalmente nesse momento tão excepcionalmente virtual que estamos vivendo em função da pandemia, super abrangente, importante e necessário.
"A TEA é um distúrbio do desenvolvimento que afeta o
comportamento e a comunicação. As pessoas com transtorno do espectro do
autismo tendem a viver uma vida relativamente normal, mas podem não
fazer um julgamento preciso e precisar de supervisão: uma característica
que foi identificada como perigosa quando deixada à própria sorte no
ciberespaço."
Um guia de segurança online para pessoas com distúrbios do espectro do autismo
Obrigada Matthew!
"Quer você acredite que pode ou que não pode, geralmente você está certo".
(Henry Ford)
____________________ TEA (Transtorno Espectro Autista)
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segunda-feira, 6 de julho de 2020
sábado, 26 de outubro de 2019
..."Depois que o professor Edson entrou nessa escola, minha filha melhorou bastante. "
O professor que usa robótica para incluir crianças com autismo em escola na periferia de SP
Edson dá aulas na rede pública há mais de 15 anos, mas diz que foi ali na sala de recursos que ele se realizou profissionalmente. "Professor não pode deixar ninguém para trás".
Super matéria: Link
sábado, 25 de março de 2017
Go Talk ... Comunicação Alternativa
Boa tarde!
Hoje queria ser um pouco mais coloquial.
Estive recentemente nos EUA e trouxe o aparelho e o software. Um espetáculo!
É um recurso eletrônico de gravação/reprodução que ajuda a comunicação das pessoas em seu dia-a-dia.
Pode ser utilizado por crianças com autismo, síndrome de down, paralisia cerebral ou qualquer condição que limite a fala, infarte, incapacidade temporária (Traqueostomia, etc.)
Através dele, seu usuário expressa pensamentos, sentimentos e desejos pressionando uma mensagem adequada que está pré-gravada no aparelho. As mensagens são acessadas por teclas sobre as quais são colocadas imagens (fotos, símbolos, figuras) ou palavras, que correspondem ao conteúdo sonoro gravado. Quando a tecla de cada figura ou texto é pressionada, sua mensagem pré-gravada é imediatamente reproduzida e com volume ajustável.
A maioria dos vocalizadores grava as mensagens digitalmente e a capacidade de gravação varia de um aparelho a outro. Encontra-se vocalizadores de apenas uma mensagem enquanto outros podem gravar centenas delas.
Vou deixar um vídeo que embora esteja inglês é auto explicativo.
É um recurso eletrônico de gravação/reprodução que ajuda a comunicação das pessoas em seu dia-a-dia.
Pode ser utilizado por crianças com autismo, síndrome de down, paralisia cerebral ou qualquer condição que limite a fala, infarte, incapacidade temporária (Traqueostomia, etc.)
Através dele, seu usuário expressa pensamentos, sentimentos e desejos pressionando uma mensagem adequada que está pré-gravada no aparelho. As mensagens são acessadas por teclas sobre as quais são colocadas imagens (fotos, símbolos, figuras) ou palavras, que correspondem ao conteúdo sonoro gravado. Quando a tecla de cada figura ou texto é pressionada, sua mensagem pré-gravada é imediatamente reproduzida e com volume ajustável.
A maioria dos vocalizadores grava as mensagens digitalmente e a capacidade de gravação varia de um aparelho a outro. Encontra-se vocalizadores de apenas uma mensagem enquanto outros podem gravar centenas delas.
Vou deixar um vídeo que embora esteja inglês é auto explicativo.
O software ajuda na busca das imagens de acordo com as necessidades.
Tem no Brasil? Tem, no Sul. Mas não me sinto bem em fazer propaganda.
sábado, 17 de janeiro de 2015
Português desenvolve vacina para doença associada ao autismo
Professor numa universidade do Canadá, Mário Monteiro desenvolveu vacina que promete melhorar a qualidade de vida de crianças autistas.
Um professor português de uma universidade canadiana desenvolveu uma vacina contra uma bactéria intestinal em crianças autistas, uma solução que irá permitir maior qualidade de vida aos portadores daquela deficiência.
Esta solução permite melhorar os cuidados de saúde, já que «o tratamento constante à base de antibióticos trazem outros problemas», salientou o imigrante português, que nasceu em Gouveia, distrito da Guarda, e vive no Canadá desde 1981.
Mário Monteiro disse que a sua equipa de vacinas da Universidade de Guelph está agora a desenvolver medicamentos que podem melhorar a condição das crianças autistas, com uma «nova geração de vacinas», que pode representar «um grande passo contra uma das responsáveis pela acentuação dos sintomas de autismo».
Estão em curso a decorrer ensaios preliminares da vacina, um projeto que já foi saudado por outras organizações da área.
Este trabalho já foi reconhecimento pela organização britânica Vaccine Nation em colaboração com a World Vaccine Congress na área das vacinas.
Em 2014, Mário Monteiro foi distinguido por aquele organismo como uma das 50 pessoas mais influentes em termos globais, na área das vacinas. Na lista encontram-se nomes como Bill Gates, fundador da Microsoft, do primeiro-ministro da Índia Shri Narendra Modi, e de Bruce Aylward, coordenador da Organização Mundial de Saúde na reação ao ébola na África Ocidental.
Mário Monteiro é também um dos poucos investigadores de açucares complexos, existentes nas superfícies das bactérias.
A sua vacina para proteger as pessoas contra a Campylobacter jejuni, umas das principais bactérias que causa doenças intestinais transmitidas por alimentos em termos globais, foi aprovada para testes clínicos nos Estados Unidos, com a primeira fase a iniciar-se em maio de 2014.
«Noventa por cento das crianças com autismo sofrem de diarreia e de constipações intestinais severas. Muitas usam fraldas ainda aos cinco e seis anos de idade, quando vão para a escola, devido a certas bactérias que existem nos intestinos dessas crianças com autismo», começou por explicar à agência Lusa Mário Monteiro, de 48 anos, professor de química da Universidade de Guelph, no sudoeste do Canadá.
Esta solução permite melhorar os cuidados de saúde, já que «o tratamento constante à base de antibióticos trazem outros problemas», salientou o imigrante português, que nasceu em Gouveia, distrito da Guarda, e vive no Canadá desde 1981.
Mário Monteiro disse que a sua equipa de vacinas da Universidade de Guelph está agora a desenvolver medicamentos que podem melhorar a condição das crianças autistas, com uma «nova geração de vacinas», que pode representar «um grande passo contra uma das responsáveis pela acentuação dos sintomas de autismo».
Estão em curso a decorrer ensaios preliminares da vacina, um projeto que já foi saudado por outras organizações da área.
Este trabalho já foi reconhecimento pela organização britânica Vaccine Nation em colaboração com a World Vaccine Congress na área das vacinas.
Em 2014, Mário Monteiro foi distinguido por aquele organismo como uma das 50 pessoas mais influentes em termos globais, na área das vacinas. Na lista encontram-se nomes como Bill Gates, fundador da Microsoft, do primeiro-ministro da Índia Shri Narendra Modi, e de Bruce Aylward, coordenador da Organização Mundial de Saúde na reação ao ébola na África Ocidental.
«A responsabilidade acrescida (da distinção) é bem vinda. Espero que governos e companhias farmacêuticas estejam mais dispostas a ajudar a ciência», concluiu.
Mário Monteiro é também um dos poucos investigadores de açucares complexos, existentes nas superfícies das bactérias.
A sua vacina para proteger as pessoas contra a Campylobacter jejuni, umas das principais bactérias que causa doenças intestinais transmitidas por alimentos em termos globais, foi aprovada para testes clínicos nos Estados Unidos, com a primeira fase a iniciar-se em maio de 2014.
FONTE: TVi24
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Cientistas testam tratamento para alguns sintomas de autismo
Neurociência - 23/08/2014
Uma em cada 68 crianças nos Estados Unidos tem alguma forma de autismo, segundo as últimas estimativas do governo federal

Aluno da Associação dos Amigos da Criança Autista (AUMA), na zona norte de São Paulo, realiza atividade pedagógica
São Paulo - O autismo resulta de um excesso de sinapses, as conexões nervosas do cérebro, concluiu uma pesquisa que poderá levar ao desenvolvimento de um tratamento para alguns sintomas dessa complexa síndrome.
Essa superabundância de conexões entre neurônios resulta de um mau funcionamento do mecanismo normal de eliminação das sinapses inúteis.
Os pesquisadores da Universidade de Colúmbia em Nova York conseguiram restabelecer o mecanismo cerebral do "corte de sinapses" em ratos modificados geneticamente para simular o autismo.
Para conseguir isso, bloquearam - com a ajuda do medicamento rapamicina - a ação da proteína mTOR, que regula a proliferação celular em mamíferos. Desse modo, eliminaram os sintomas típicos do autismo em roedores, como o de evitar contato com os demais. O estudo aparece esta semana na última edição da revista "Neuron".
"Tratamos esses ratos depois do aparecimento dos sintomas (...), a partir desse estudo seria possível, mas não seguro, obter os mesmos resultados em pacientes após serem diagnosticados com a síndrome", disse nesta sexta-feira à AFP o professor David Sulzer, neurobiólogo da Universidade de Colúmbia e principal autor desse trabalho.
Ele acrescentou que o fato de essa disfunção parecer se desenvolver depois do nascimento "é potencialmente uma boa notícia".
Uma em cada 68 crianças nos Estados Unidos tem alguma forma de autismo, segundo as últimas estimativas do governo federal.
Em seu desenvolvimento, o cérebro de um recém-nascido produz uma enorme quantidade de sinapses, por meio das quais os neurônios transmitem e recebem sinais.
Durante a infância e a adolescência, o cérebro normal começa a cortar algumas dessas conexões para que as diferentes partes possam se desenvolver sem estarem mergulhadas em um excesso de sinais, o que gera confusão - explicam os neurologistas.
Os autores desse trabalho descobriram essa superabundância de sinapses em autistas pela análise de tecido do córtex cerebral, responsável pelas funções neurológicas superiores, de cérebros de 48 jovens com idades compreendidas entre os 2 e os 20 anos no momento de sua morte. Desses, 26 tinham autismo, e 22 não apresentavam a síndrome.
Constataram, então, que um jovem de 19 anos sem autismo tinha 41% a menos de sinapses do que uma criança pequena. Um rapaz da mesma idade com autismo tinha apenas 16% a menos.
Os neurologistas também observaram que uma superabundância de sinapses aumenta o risco de sofrer epilepsia, já que há mais sinais elétricos no cérebro.
A equipe do professor Sulzer descobriu ainda biomarcadores e proteínas dentro do cérebro de crianças e adolescentes autistas. Isso indica uma disfunção no mecanismo de eliminação das células danificadas e envelhecidas, chamada de autofagia. Sem esse mecanismo, não acontece o corte natural das sinapses.
O professor Sulzer considera a possibilidade de adaptar melhor a rapamicina (utilizada em ratos para restabelecer o corte de sinapses) para tratar certos tipos de autismo, com o objetivo de minimizar os efeitos colaterais. A rapamicina também é um imunossupressor usado contra a rejeição de órgãos transplantados.
FONTE: Exame.com
sábado, 15 de março de 2014
Robô ajuda crianças com autismo a se comunicar
Uma escola britânica para crianças com autismo está usando um robô para ajudar no desenvolvimento dos alunos.

Robô Kaspar usa frases repetitivas e ajuda crianças com autismo
Kaspar foi criado pelos engenheiros e cientistas da Universidade de Hertfordshire, no centro-oeste da Inglaterra.
Uma das características do "professor robô" destacada pelos cientistas é que ele tem traços simples e usa frases repetitivas. Segundo cientistas, estas características agradam crianças com autismo.
Nos últimos seis meses, desde que Kaspar começou a ser usado, os professores notaram uma melhora na forma como algumas das crianças se comunicam.
Os engenheiros da Universidade de Hertfordshire querem aperfeiçoar Kasper e estão trabalhando até com impressão 3D para fabricar novas peças para o robô.
Ainda em 2014 outros 20 robôs serão distribuídos para escolas e pais de crianças com autismo na Grã-Bretanha.
Assista o vídeo da matéria, clicando aqui.
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